Substantivo Feminino – 16 Mulheres que Transformaram a Música Mundial.

Música: Substantivo Feminino. Arte de combinar harmoniosamente os sons; combinação de sons a fim de torná-los harmoniosos e expressivos. Ação de se expressar através de sons, pautando-se em normas que variam de acordo com a cultura, sociedade, etc…

Há inúmeras mulheres pelo mundo todo fazendo música. Escrevendo poesias, compondo canções, trabalhando em arranjos, experimentando instrumentos diferentes, se aventurando nas rimas e nos acordes. Pelo mundo todo há mulheres criando, e batalhando para divulgar seu trabalho.

Para celebrar essas grandes artistas, decidimos compartilhar alguns nomes, são apenas 16 entre as tantas musicistas que já fizeram ou que ainda fazem história. Mas são 16 mulheres inspiradoras e que merecem destaque!

Certamente muitas não estão aqui, deixe as referências nos comentários, e compartilhe conosco!

Elis Regina

Elis Regina nos comoveu com sua voz, abriu nossas mentes com suas interpretações, nos emocionou com sua presença de palco, ensinou a nós o que é música, o que é arte, o que é emoção, o que alegria, o que virar o jogo, o que é o amor e quem é ela. Nasceu na cidade de Porto Alegre, no dia 17 de março de 1945 e começou cedo sua carreira musical se apresentando aos onze anos de idade em um programa de rádio para crianças chamado O Clube do Guri, na Rádio Farroupilha. Ganhando destaque nas suas apresentações na rádio, Elis foi contratada pela gravadora Continental e aos 16 anos de idade gravou seu primeiro disco chamado Viva a Brotolândia com 12 faixas incluindo Samba, Bossa Nova no repertório.

Maria Bethânia

Maria Bethânia Viana Teles Veloso nasceu na cidade de Santo Amaro da Purificação, Bahia, no dia 18 de Junho de 1946 e cantava desde pequena, com outros da família, e pensava em ser atriz. Em 1960 foi para Salvador terminar os estudos, e passou a freqüentar o meio artístico, ao lado do irmão Caetano Veloso. Em 1963 estreou na peça “Boca de Ouro”, como cantora. Durante o espetáculo, Bethânia e Caetano conheceram outros músicos iniciantes: Gilberto Gil, Gal Costa, Tom Zé, Alcivando Luz e outros. Esse grupo montou, em 1964, os espetáculos “Nós Por Exemplo”, “Nova Bossa Velha, Velha Bossa Nova” e “Mora na Filosofia”. Bethânia foi ouvida pela musa da bossa nova, Nara Leão, que a convidou para substituí-la no espetáculo “Opinião”, em cartaz no Rio de Janeiro. Com uma apreciação rápida do público e da crítica, Bethânia grava seu primeiro disco em 1965, chamado Maria Bethânia com destaques às canções “Carcará” e “De Manhã”. Depois de um breve retorno à Bahia, Bethânia participou em 1966 de espetáculos musicas que teve ótima repercurssão. Também competiu em festivais e cantou em teatros e casas noturnas no Rio e São Paulo, tornando-se nacionalmente conhecida.

Gal Costa

Maria da Graça Costa Penna Burgos nasceu na cidade de Salvador, no dia 26 de setembro de 1945 e podemos dizer que tudo começou na sua gestação, pois sua mãe contava que durante a gravidez passava horas concentrada ouvindo música clássica, como num ritual, com a intenção de que esse procedimento influísse na gestação e fizesse que a criança que estava por nascer fosse, de alguma forma, uma pessoa musical. Por volta de 1955 se torna amiga das irmãs Sandra e Dedé (Andreia) Gadelha, futuras esposas dos compositores Gilberto Gil e Caetano Veloso, respectivamente. Em 1959 ouve pela primeira vez o cantor João Gilberto cantando “Chega de Saudade” no rádio; João também exerceu uma influência muito grande na carreira da cantora. Gal Costa estreou como cantora em junho de 1964, no show “Nós por Exemplo”, que marcou a inauguração do Teatro Vila Velha, em Salvador, atuando ao lado de Caetano Veloso, Tom Zé, Maria Bethânia, Djalma Correa, Alcivando Luz, Pitti, Fernando Lona e Gilberto Gil.

MARISA MONTE

Um dos maiores nomes da MPB de todos os tempos, Marisa consegue atingir de forma espetacular o coração dos apaixonados, dos carentes, e de muitos outros. Fora do eixo Brasil-Portugal, ela é reconhecida na Europa e Ásia, possuindo uma qualidade vocal e musical que poucas cantoras brasileiras tem. Com certeza, ela é a Rainha da MPB por levar sua música a todas as camadas da sociedade, além de ainda conseguir ser respeitada em terras estrangeiras.

https://www.youtube.com/watch?v=8OaQFH0wqo8

Clara Nunes

Voz clara, verdadeira e forte fez de Clara Nunes uma das maiores cantoras de samba da história e conseguiu esta colocação, a posição onze por muitos apontarem como uma das cinco maiores vozes de todos os tempos no Brasil. Clara Nunes arrastou multidões com seu canto tanto para quem gosta de samba, música romântica, chorinho e MPB. Nasceu na cidade de Paraopeba, em Minas Gerais no dia 12 de agosto de 1942, seu pai era conhecido como Mané Serrador e também era violeiro e participante das festas de Folia de Reis. Faleceu em 1944 e, pouco depois, Clara ficaria também órfã de mãe e acabaria sendo criada por seus irmãos. Clara iniciou na música por acidente, mas de forma indireta no coro da igreja, quando fazia catecismo. Cresceu ouvindo Carmem Costa, Ângela Maria, Elizeth Cardoso e Dalva de Oliveira, das quais sempre teve muita influência, mantendo, no entanto, estilo próprio.

Cássia Eller

Cássia Rejane Eller nasceu na cidade do Rio de Janeiro no dia 10 de dezembro de 1962 e após morar em 3 diferentes cidades em 11 anos, Cássia, já no Rio de Janeiro passou a gostar de música quando ganhou um violão de presente e tocava e cantava música no estilo rock, sendo que os Beatles eram suas músicas favoritas. Acreditando que poderia ter uma carreira sólida de cantora, Cássia foi a Brasília e lá participou de corais, trio elétrico, foi cantora de forró e MPB, mas foi em 1981 ao lado de Oswaldo Montenegro que Cássia teve uma visibilidade maior, mas acabou não decolando como ela queria, por isso Cássia foi para Minas Gerais trabalhar como servente de pedreiro. Até que em 1989 ela grava uma fita demo com a canção “Por Enquanto” de Renato Russo e logo foi aprovada e rapidamente Cássia se tornou Cássia Eller e assinou contrato com uma gravadora e em 1990 lançou seu primeiro disco com seu nome e com músicas de caráter eclético. Mas foi com o rock que Cássia passou a ser denominada por onde cantava, pois a voz grave e as atitudes dela, não tão rebeldes ainda se tornou o rótulo de cantora de rock.

Mercedes Sosa

Haydée Mercedes Sosa nasceu em uma família de trabalhadores. Seu primeiro contato com a fama ocorreu aos 15 anos, quando ganhou um concurso de talentos promovido pela rádio de sua cidade natal, a LV12, apresentando-se sob o pseudônimo de Gladys Osorio. Foi o início de uma carreira dedicada, principalmente, à música folclórica argentina e latino-americana. Apelidada de “La Negra”, Mercedes Sosa também era chamada de “voz de uma maioria silenciosa” e “voz da América Latina”. Sua versão da música Gracias a la vida, da chilena Violeta Parra, tornou-se um hino para os esquerdistas de todo o mundo, principalmente durante a ditadura militar argentina, quando Mercedes, depois de ser presa, exilou-se na Europa.

Sofia Viola

Sofia Viola é o novo nome potente da música argentina. A cantora tem uma maturidade musical absurda que é difícil acreditar que seja tão nova.  Nasceu Lanús (Buenos Aires), e é a filha de um trompetista e um dançarino, o que já explica muita coisa. Seu primeiro álbum “Parmi” foi gravado em San Marcos Sierras (Córdoba), todas as músicas foram compostas, cantado e tocado por Sofia Viola, entre 2005 e 2008. Há tangos, bolero, rumba, pop, rock. e resumir-se muito mais crua e rebelde deste artista Buenos. Em 2011 lança “Munanakunanchej em Kurmi Way” (Temos que amar da forma do arco-íris), produzido por Horacio Barros. “Júbilo”, seu terceiro álbum, vem à luz depois de um processo de seleção árdua e desenvolvimento composicional. Foi produzido por Ezequiel Borra.

Violeta Parra

Musa inspiradora das cantoras da América Latina e de uma longa tradição de poetas no Chile. Pesquisadora das raízes indígenas e da memória oral, pintora, poeta, escultora, bordadora, ceramista e também revoltada. A Violeta colocou os olhos do mundo no profundo da Cordilheira dos Andes.
Nasceu em San Carlos, comuna da província de Ñuble. Realizou seus estudos escolares até o segundo ano do secundário, abandonando-os em 1934, para trabalhar e cantar com seus irmãos em bares e circos, desenvolvendo uma importante carreira musical, como autodidata, a partir dos 9 anos. Em 1952 começou a pesquisar as raízes folclóricas chilenas e compôs os primeiros temas musicais que a fariam famosa. Em 1954, quando já tinha o seu próprio programa de rádio, começou um rigoroso estudo das manifestações artísticas populares. Durante o ano de 1955 visitou a União Soviética, Londres e Paris, cidade onde residiu por dois anos. Realizou gravações para a BBC e os selos Odeón e “Chant du Monde”. Em 1957 radicou-se em Concepción, voltando a Santiago no ano seguinte para começar sua produção plástica. Percorreu todo o país, recompilando e difundindo informações sobre o folclore. Em 1961, mudou-se para a Argentina, onde fez grande sucesso com suas apresentações. Voltou a Paris e ali permaneceu por três anos, percorrendo várias cidades da Europa, destacando-se suas visitas a Genebra. Em 1965 voltou ao Chile, viajou para a Bolívia e, ao regressar a seu país, instalou uma grande tenda na comuna de La Reina, com o plano de convertê-la em um centro de referência para a cultura folclórica do Chile.

https://www.youtube.com/watch?v=TdLlkZW58SI

ARETHA FRANKLIN

Aretha Louise Franklin (Memphis, 25 de março de 1942) é um dos nomes mais respeitados da música Soul. Segundo especialistas, Franklin deu uma nova dimensão ao estilo musical. Temas como Respect e I Never Loved a Man, fizeram com que Aretha entrasse para a história da música mundial. No final dos anos 60 foi que Aretha se tornou um sucesso já que foi uma década marcada pelo surgimento de movimentos defensores das minorias civis como os negros. Cerca de dez singles atingiram o primeiro lugar, fazendo com que os LPs gravados superassem outros nomes desse gênero musical. Em 1987 se tornou a primeira mulher a entrar para o RocknRoll Hall of Fame.

TINA TURNER

Tina Turner (Nutbush, 26 de novembro de 1939), nome artístico de Anna Mae Bullock, começou sua carreira com o marido Ike Turner. Mesmo após o divórcio, continuou sua carreira solo. Fez sucesso graças a potência de sua voz. Em 1959 três de sua músicas chegaram ao top 100 e foi aclamada pela crítica. Em 1982 Tina se tornou uma superstar. Private Dancer (1984), vendeu mais de dez milhões de cópias. O sucesso seguinte foi Break Every Rule (1986), um álbum com convidados ilustres como Phil Collins e Steve Winwood. Em seguida realizou uma turnês de sucesso por todo o mundo.

WHITNEY HOUSTON

Whitney Elizabeth Houston (Newark, 9 de agosto de 1963 — Beverly Hills, 11 de fevereiro de 2012) foi uma consagrada cantora norte-americana. Em 22 anos de carreira, vendeu mais de 175 milhões de singles, totalizando mais de 245 milhões de cópias em todo o mundo.
É reconhecida por ter uma das vozes mais lindas já conhecidas além de sua habilidade vocal. Foi premiada com vários Grammys, Emmys, American Music Awards entre outros. Influenciou a carreira de vários artistas como Mariah Carey, Christina Aguilera e Alicia Keys.

MADONNA

Madonna Louise Ciccone (Bay City, 16 de agosto de 1958), mais conhecida como Madonna, é uma cantora, compositora, atriz, dançarina. O sucesso veio com o seu segundo álbum Like a Virgin. Ocupou os primeiros lugares na lista de vendas em 1985. Seu terceiro disco, True Blue, foi um sucesso de vendas em 1986. Madonna já vendeu mais de 300 milhões de discos no mundo. De acordo com a Recording Industry Association of America, ela é a segunda mais vendida nos Estados Unidos, atrás de Barbra Streisand, com 64,5 milhões de discos certificados. Em 2008, a revista Billboard numerou Madonna na segunda posição, atrás apenas dos Beatles nos Hot 100.

Nina Simone

Seu nome verdadeiro era Eunice Kathleen Waymon, nasceu em 1933 nos Estados Unidos, foi uma cantora de jazz e blues, compositora, pianista e grande ativista pelos direitos civis dos negros. Tinha mais sete irmãos, seu pai era marceneiro e sua mãe empregada doméstica. Nina treinava para ser pianista clássica mas foi recusada por causa da sua cor em institutos de artes onde morava, então se mudou para Nova Iorque onde adotou o nome artístico para poder começar sua carreira tocando em bares escondida de seus pais. A onda de racismo crescia nos anos 60 e sem parar de lutar pelos seus direitos Nina começa a ser descoberta nesses pequenos shows que fazia na noite. Foi uma das primeiras artistas negras a ingressar na renomada Escola de Música de Juilliard, em Nova Iorque.
A artista esteve duas vezes no Brasil, onde gravou “Pronta pra cantar (Ready to sing)” com Maria Bethânia em 1990, e seu último show ocorreu em 1997 no Metropolitan. Infelizmente a artista faleceu em 2003 devido ao câncer de mama e seus principais singles de sucesso são: “I put a speel on you“, “Feeling Good“, “Aint Got No – I Got Life”, “I Wish I Knew How It Would Feel To Be Free” e “Here Comes The Sun”.

https://www.youtube.com/watch?v=D5Y11hwjMNs

Janis Joplin

Janis Lyn Joplin foi uma cantora e compositora norte-americana. Considerada a “Rainha do Rock and Roll”, “a maior cantora de rock dos anos 60” e “a maior cantora de blues e soul da sua geração”, ela alcançou proeminência no fim dos anos 60 como vocalista da Big Brother and the Holding Company e, posteriormente, como artista solo, acompanhada de suas bandas de suporte, a Kozmic Blues e a Full Tilt Boogie. Influenciada por grandes nomes do jazz e do blues como Aretha Franklin, Billie Holiday, Etta James, Tina Turner, Big Mama Thornton, Odetta, Leadbelly e Bessie Smith, Janis fez de sua voz a sua característica mais marcante, tornando-se um dos ícones do rock psicodélico e dos anos 60. Todavia, problemas com drogas e álcool encurtaram sua carreira. Morta em 1970 devido à uma overdose de heroína, Janis lançou apenas quatro álbuns: Big Brother and the Holding Company (1967), Cheap Thrills (1968), I Got Dem Ol Kozmic Blues Again Mama! (1969) e o póstumo Pearl (1971), o último com participação direta da cantora.

Billie Holiday

Para muitos ela é a rainha oficial do Jazz, nasceu nos Estados Unidos em 1915, quando nasceu seus pais eram adolescentes o que fez com que a cantora não tivesse uma infância nada boa. Aos dez anos Billie foi abusada sexualmente por um vizinho, por isso foi internada numa casa de correção para meninas vítimas de abuso. Aos doze, trabalhava lavando o chão de prostíbulos. Aos quatorze anos, morando com sua mãe em Nova Iorque, caiu na prostituição. Ameaçadas de despejo, a futura cantora saiu nas ruas em busca de emprego fixo, entrou em um bar e pediu para ser dançarina, felizmente era péssima, então cantou e conseguiu no ato o emprego para começar a se apresentar. Depois de três anos cantando em bares, um crítico conheceu seu talento e lançou seu primeiro álbum. Foi uma das primeiras negras a cantar com uma banda de brancos, em uma época de segregação racial nos Estados Unidos (anos 30). Depois do sucesso, infelizmente Billie começou a se envolver cada vez mais com drogas e álcool. Pouco antes de sua morte por overdose de drogas, Billie Holiday publicou sua autobiografia em 1956, Lady Sings the Blues, a partir da qual foi feito um filme, em 1972, tendo Diana Ross no papel principal. Canções de sua autoria: “Strange Fruit“, “Stormy Blues”, “Our love is different”.

5 comentários em “Substantivo Feminino – 16 Mulheres que Transformaram a Música Mundial.

  • 02/01/2018 em 10:37
    Permalink

    Faltaram as pretas brasileiras: Aracy de Almeida, Elza Soares, Ellen Oleria iniciando carreira agora, Elizeth Cardoso (maravilhosaaaaa), Rosa Passos, Angela Maria. Ainda muitas brancas incríveis Dalva de Oliveira, Chiquinha Gonzaga, Marina Lima (afro-descendente), são muitas.

    Resposta
  • 02/01/2018 em 11:56
    Permalink

    Realmente faltaram muitas, mas achei imperdoável não ter Elza Soares e Barbra Streisand nessa lista…

    Resposta
  • 03/01/2018 em 19:39
    Permalink

    Fica bem clara a preferência do autor da seleção por Marisa Monte que, não, não está no mesmo nível de Gal Costa e Elis Regina. A Marisa tem de fato um timbre belíssimo, mas não é considerada uma das melhores cantoras do mundo como o foram Gal e Elis. Já a Clara Nunes -de quem eu gosto muito- JAMAIS foi colocada em nenhuma lista das 10 melhores cantoras do Brasil pela crítica especializada. Só há bem pouco tempo, décadas depois da sua morte, é que os jovens jornalistas, músicos e intérpretes começaram a divulgar que Clara teria sido um grande nome da MPB. Mas repito: a crítica, o meio musical e a mídia não prestigiaram Clara Nunes em vida e até mesmo a consideraram muito “passional”, “brega” ou “cantora de povão simples”. Se alguém duvidar do que estou dizendo,faça uma pesquisa nos arquivos dos principais jornais do Rio e São Paulo (maiores pólos culturais) nos anos 1970, 1980 e 1990. Esclareço que a minha intenção não é a de tentar diminuir ou aumentar o prestígio de A ou B, mas de me ater a fatos históricos. Uma pena que a jovem imprensa esteja tão alienada a ponto de não informar os seus leitores com a seriedade e compromisso com a verdade que deveria possuir. Prova disso é a lista feita, recentemente, pela revista Rolling Stone – Brasil sobre quem seriam os “melhores da música brasileira de todos os tempos”. A seleção parece ter priorizado as preferências pessoais dos votantes em detrimento do valor artístico.Faltou pesquisa, informações históricas e sobrou desinformação e ‘achismos’ influenciados por peças teatrais, filmes e comentários em evidência na mídia. É claro que muita gente bem antenada opinou, mas predominou a desinformação e falta de profissionalismo. Uma pena!

    ,

    Resposta

Comente aqui