Meu Amigo Erasmo Carlos. Relançamento do Vinil “Carlos, Erasmo”.

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Reza a lenda que os primeiros três acordes desse cara foi ensinado por Tim Maia, e que a partir daí, ele nunca mais parou de compor letras e melodias. Estamos falando de Erasmo Carlos!

Hoje vamos falar sobre um relançamento em Vinil que faz muita gente chorar de emoção! (rs) Está de volta no mercado dos LPs o álbum Carlos, Erasmo lançado em 1971. Esse disco é visto como um dos melhores trabalhos do verdadeiro Tremendão, e pra contribuir tem os arranjos feitos por Chiquinho de Moraes. Carlos, Erasmo marca a estreia do músico na gravadora Philips, e contou com a produção de Manoel Barenbein e Nelson Motta.

Esse relançamento saiu pela Polysom e integra a coleção “Clássicos em Vinil”. O álbum tem 13 faixas, e contou com a participação de Dinho Leme e Liminha, que acompanhavam também os Mutantes, tocando bateria e baixo, respectivamente.

180_57_1O ano do lançamento do disco pode ter sido um pouco confuso pra Erasmo. Era a Jovem Guarda que ficava pra trás, e as novas tendências dentro da música e do Rock que surgiam no Brasil. Mas roqueiro ele sempre foi, em todos os sentido que a palavra nos permite, e sem se prender a rótulos e a dúvidas, fez um álbum honesto, franco, e maravilhoso!

Os rompimentos podem ser notados até mesmo pela capa do disco, que o traz completamente ao avesso dos badboys engomadinhos da Jovem Guarda. O disco é rico, diverso e até polêmico. Traz referências do rock, do soul e até do funk. É decisivo, meu amigo! Afinal, precisamos dar um jeito. Carlos, Erasmo acende o farol com Maria Joana, e passa a noite acordado na cama. Paixão?!

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