A Coleção Está Completa! Todos Álbuns dos Mutantes São Reeditados em Vinil.

Os álbuns Tudo Foi Feito Pelo Sol e Mutantes Ao Vivo acabam de chegar nas lojas para completar toda a obra dos Mutantes reeditados em Lps premium, 180 gramas a partir dos tapes originais. Agora é a oportunidade do colecionador completar toda a sua coleção.

Lp Mutantes – Ao Vivo

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Em 1976, o Mutantes lançou um disco num formato que ainda não havia gravado: ao vivo. Intitulado, justamente, “Ao Vivo”, o álbum chegou às lojas pela Som Livre. Completando 40 anos, o registro raro retorna às prateleiras esse ano pela coleção “Clássicos em Vinil”, da Polysom, em vinil de 180 gramas. Compre aqui!
O disco foi gravado no Museu de Arte Moderna do Rio Janeiro e produzido por Peninha Schmidt. A banda, na ocasião, era formada por Rui Motta (bateria, percussão, tímpanos e voz), Paul de Castro (baixo, violino e voz), Luciano Alves (Hammond, Minimoog, teclados e voz) e Sergio Dias (voz, guitarra, sitar), único membro da formação original e o responsável pela sonoridade progressiva do álbum. As 12 faixas registradas da apresentação eram inéditas e entre elas estão “Rock’N Roll City”, Sagitarius”, “Benvindo/Mistérios” e “Trem/Dança dos Ventos”.

Lp Mutantes – Tudo Foi Feito Pelo Sol

mutantes tffpsEm 1974, o Mutantes lançou o disco considerado um dos maiores representantes do rock progressivo nacional. “Tudo Foi Feito pelo Sol” ainda exerce grande influência em bandas que seguem o estilo. Esse álbum raríssimo retorna às prateleiras pela coleção “Clássicos em Vinil”, da Polysom, em vinil de 180 gramas. Compre aqui!
Os arranjos do disco são assinados pelo grupo, na época formado por Sergio Dias (guitarras, violão, sitar e voz), Túlio Mourão (piano, órgão Hammond, Minimoog e voz), Antonio Pedro de Medeiros (baixo e voz) e Rui Mota (bateria, percussão e voz). O álbum é composto por sete faixas com efeitos e acordes virtuosos, mais elaboradas e longas, representando o melhor do rock progressivo nacional, ainda com os tons psicodélicos característicos do Mutantes.

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“Os Mutantes – BOX SET – 7 Lps”

No final da década de 60, a música nacional conheceu o grupo que, quase 50 anos depois, ainda dá muito o que falar: Os Mutantes. Um dos precursores do rock no Brasil, a banda apresentou um som único, psicodélico, que serviu, e ainda serve, de referência para as gerações seguintes. A Polysom conta o início de sua trajetória, com o lançamento de “Os Mutantes – BOX”, caixa especial que traz seus cinco primeiros discos, mais “Tecnicolor” (gravado na França em 1970 e lançado em 1999) e a coletânea “Mande um Abraço pra Velha”, todos em vinil de 180 gramas, masterizados a partir das fitas originais.

“Os Mutantes” (1968)

Gravado em apenas um mês e meio, o disco “Os Mutantes” marcou a estreia do trio, formado por Rita Lee (voz) e os irmãos Arnaldo Baptista (teclados, baixo, vocais) e Sérgio Dias (guitarra, baixo, vocais). Com produção assinada por Rogério Duprat e Manoel Barembein, o álbum traz 11 faixas. A primeira, o sucesso “Panis Et Circenses”, foi escrita por Gilberto Gil e Caetano Veloso especialmente para o grupo. Ainda de Caetano, eles mostram sua versão para “Baby” e “Trem Fantasma”, essa escrita por eles em parceria com o baiano. De autoria de Jorge Ben, eles regravam “ A Minha Menina”. Entre as composições assinadas pelo trio, estão “O Relógio”, “Ave Gengis Khan” e “Senhor F”, essa última com participação especial da mãe de Arnaldo e Sérgio, Clarisse Leite, no piano.

“Mutantes” (1969)

Marcando a entrada de Dinho Leme (bateria), o grupo apresentava aquele que, talvez, seja seu disco mais experimental. Novamente produzido por Rogério Duprat, as 11 faixas trazem muitas distorções, efeitos, vocais gaguejados e andamentos menos convencionais. Entre elas estão “2001 (Dois Mil e Um)”, “Rita Lee”, “Qualquer Bobagem” e “Algo Mais”, essa última usada na campanha da Shell.

“A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado” (1970)

O terceiro disco marca a consolidação da banda. Agora com o baixista Liminha, Os Mutantes distanciavam-se do Tropicalismo com um disco ainda mais ligado ao rock ‘n’ roll. Com Rogério Duprat nos arranjos e Naná Vasconcelos na percussão, o quinteto faz uma mistura de ritmos e gêneros. Abrindo com a faixa-título, “Ando Meio Desligado”, o álbum também é composto por músicas como “Desculpe, Babe”, “Ave Lúcifer” e “Quem Tem Medo de Brincar de Amor”. E, ainda, versões para “Preciso Urgentemente Encontrar um Amigo”, de Roberto e Erasmo Carlos, e, inesperadamente, para “Chão de Estrelas”, de Silvio Caldas e Orestes Barbosa.

“Jardim Elétrico” (1971)

São 11 faixas, em sua maioria de autoria de Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias. A produção é de Arnaldo e os arranjos de Duprat. Entre as músicas estão “Top Top”, essa uma parceria com o baixista Liminha, “Saravá”, “It’s Very Nice pra Xuxu” e “Virgínia”.

 “Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets” (1972)

Brincando com nomes de bandas da época, como Bill Haley and His Comets, o livro “Alice No País das Maravilhas”, e a palavra “baurete”, inventada pelo amigo Tim Maia, Os Mutantes chegaram a um título inusitado para seu quinto disco: “Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets”. Com produção de Arnaldo, o disco traz dez faixas, com letras divertidas e irônicas, embaladas pelo rock, com solos generosos. Entre as músicas, estão “Posso Perder Minha Mulher, Minha Mãe, Desde que Eu Tenha o Rock and Roll”, a clássica “Balada do Louco”, “Beijo Exagerado” e uma versão envenenada para “Rua Augusta”, de Hervé Cordovil. O disco foi o último com a formação original, já que Rita Lee deixou Os Mutantes após seu lançamento.

“Tecnicolor” (1999)

Gravado em 1970 na França, o disco ficou na gaveta por quase 30 anos, até que chegasse ao público em 1999. O álbum, produzido por Carlos Olms, traz versões em inglês para faixas já conhecidas na voz d’Os Mutantes. Entre elas “I’m Sorry Babe (Desculpe, Babe)”, “I Feel A Little Spaced Out (Ando Meio Desligado)”, “She’s My Shoo Shoo (A Minha Menina)”, “Baby” e “Panis Et Circenses”.

“Mande Um Abraço Pra Velha” (2014)

A coletânea “Mande Um Abraço Pra Velha” resgata 13 músicas que o grupo gravou como participação ou dividindo discos com outros artistas, além de faixas gravadas em festivais da época. Ali estão algumas faixas de um compacto com Caetano Veloso, como “Baby” e “Marcianita”, e outras do disco “A Banda Tropicalista do Duprat”, como “The Rain, The Park and The Other Things” e “Lady Madonna”. Dos festivais, estão “Domingo no Parque”, “Glória ao Rei dos Confins do Além” e “Ando Meio Desligado”, essa também na versão original do compacto homônimo.

Lp Os Mutantes Fool Metal Jack

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Full Metal Jack é o décimo álbum lançado pelos Mutantes originalmente em CD em 2013, agora prensado na versão de disco de vinil em 2016.

O Lp Fool Metal Jack é o segundo álbum em estúdio da fase mais recente dos Mutantes após o seu triunal retorno em Londres em 2006 que contou com a participação dos irmãos Sérgio Dias e Arnaldo Baptista (não participa deste CD), e do baterista Dinho Leme integrante original dos Mutantes. O disco Fool Metal Jack conta com um time de jovens músicos recrutados por Sérgio Dias.

 

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Haih ou Amortecedor é o primeiro álbum lançado pelos Mutantes desde Tudo Foi Feito Pelo Sol em 1974. Lançado em CD em 2009 agora ganha a sua versão em disco de vinil em 2016.

O Lp Haih ou Amortecedor é uma obra da fase mais recente dos Mutantes após o seu retorno em 2006 que contou com a volta dos irmãos Arnaldo Baptista (não participa deste CD) e Sérgio Dias, além do baterista Dinho Leme. O disco Haih ou Amortecedor conta com um time de jovens músicos recrutados por Sérgio Dias para fazer o melhor da música experimental que Os Mutantes trazem como sua marca registrada.

Tom Zé trouxe o seu toque tropicalista experimental com as faixas “Querida Querida” e “Samba do Fidel”. Jorge Ben que já havia sido gravado pelos Mutantes em “Minha Menina” desta vez aparece interpretado na faixa “O Careca”, mas uma das participações mais interessantes consta de Vladimir Putin, isso mesmo! O próprio Putin em um discurso em russo no meio do disco.

 

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2 comentários em “A Coleção Está Completa! Todos Álbuns dos Mutantes São Reeditados em Vinil.

  • 06/09/2016 em 08:54
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    Eu comprei “O A e o Z” em vinil. A prensagem não vale o dinheiro gasto. PolySom é assim: Nunca se sabe o que esperar pois às vezes o disco vem um deslumbre sonoro, outras vezes vem um Armaggedon para os ouvidos.

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